terça-feira, 24 de maio de 2011

O Papel do OUTRO na Consciência do EU

As transformações em uma criança revelam traços importantes de caráter e personalidade. A emoção altera a respiração, os batimentos cardíacos e até o tônus muscular, tem momentos de tensão e distensão que ajudam o ser humano a se conhecer; a raiva, a alegria, o medo, a tristeza e os sentimentos mais profundos ganham função importante na relação da criança com o meio. A emoção causa impacto no outro e tende a se propagar no meio social. A afetividade é um dos principais elementos do desenvolvimento humano.

A formação do eu na teoria de Wallon depende do outro. Seja para ser referência, seja para ser negado. Principalmente a partir do instante em que a criança começa a viver a chamada crise de oposição, em que a negação do outro funciona como uma espécie de instrumento de descoberta de si própria. Isso se dá aos 3 anos de idade, a hora de saber que “eu” sou. Manipulação, sedução e imitação de outra pessoa são características comuns nessa fase. Até mesmo a dor, o ódio e o sofrimento são elementos estimuladores da construção do eu.


Diferentemente dos métodos tradicionais, Wallon
humaniza o desenvolvimento. Ele considera a pessoa como um todo. Elementos como afetividade, emoções, movimento e espaço físico se encontram num mesmo plano. As atividades pedagógicas e os objetos devem ser trabalhados de formas variadas. Numa sala de leitura, por exemplo, a criança pode ficar sentada ou deitada enquanto o professor explica algum tema.


Movimento


O movimento é o primeiro a se desenvolver e serve de base para o desenvolvimento dos demais.

Os movimentos instrumentais são ações executadas para alcançar um objetivo imediato e não diretamente relacionado com outro indivíduo; este seria o caso de ações como andar, pegar objetos, mastigar etc. Já os movimentos expressivos têm uma função comunicativa intrínseca, estando usualmente associados a outros indivíduos ou sendo usados para uma estruturação do pensamento do próprio movimentador. Falar, gesticular, sorrir seriam exemplos de movimentos expressivos e tem grande importância na construção do pensamento e na aquisição da linguagem.


Afetividade


A afetividade, por sua vez, seria a primeira forma de interação com o meio ambiente e a motivação para o movimento. À medida que o movimento proporciona experiências à criança, ela vai respondendo através de emoções. A afetividade é o que separa a criança do ambiente. As emoções são, também, a base do desenvolvimento do terceiro campo funcional, a inteligência.





Inteligência


A inteligência, para Wallon, está relacionada com duas importantes atividades cognitivas humanas: o raciocínio simbólico e a linguagem. À medida que a criança vai aprendendo a pensar nas coisas fora de seu alcance, o raciocínio e o poder de abstração vão sendo desenvolvidos. Ao mesmo tempo, e relacionadamente, as habilidades linguísticas vão surgindo no indivíduo.


Pessoa


Wallon dá o nome de pessoa ao campo funcional que coordena os demais, que é responsável pelo desenvolvimento da consciência e da identidade.


O eu puro e o eu formado. "Ego".


Ao nascer todo ser humano traz o "eu" puro, vazio. Através do meio em que vive é que vai colocando em um recipiente (dentro de si) todos os valores, tudo o que pode ser bom ou ruim e assim vai formando o seu egocentrismo, o seu "eu" próprio e individual, ou seja, a sua própria personalidade.

Os únicos canais (do ser) que o bebê reconhece nas primeiras semanas e embora haja uma certa extensão dos meios utilizados, é a boca por onde entra o alimento e o ânus por onde excrementa, até a próxima necessidade de alimento.

Nesse contexto, dai talvez tenham surgido os termos libido, simbiose e tantos outros inesgotáveis de entendimento e explicação na formação do "eu" e do "ego". Mais essa modelação, da consciência pelo ambiente coletivo, não é diretamente ligada aos instintos sexuais e os imperativos sociais.


No livro anterior (les origines de caractere chez I' enfant), foi indicada a comunhão que principia a introduzir a criança no seu meio.A criança não tem coesão intima, e estão vulneráveis as influencias mais fortes. Os recém-nascidos precisam sempre de uma assistência, e é pela influência do movimento de outros que as atitudes vão se tornando forma.Tudo se torna espontâneo, a sagacidade, a manifestação emotiva nascem da criança.Quais são os sinais dum êxito provável?
Os gestos, as atitudes, a fisionomia e a voz.

O sorriso da criança corresponde rapidamente ao da mãe.
Existe uma espécie de momento emocional que explica o ponto das emoções comunicativas.

À um conjunto funcional com uma evolução antiga que as operações de representação, de decisão, que são mais exclusivas à parte cortical. Tudo o que chega simultaneamente a sua consciência fica confundido nela.Assim as crianças não conseguiram distinguir a sua pessoa do que terá de dissocia nas impressões como não lhe pertencendo, se não uma série de praticas.

O eu não tomou ainda em relação ao outro, esta espécie estabilidade e de persistência que nos parece indispensáveis a consciência de si, que nos parece ser constitutivos da pessoa.

O período dos jogos de alternância chegou ao fim, no entanto por dar a oportunidade ao EU de tomar posição em relação ao OUTRO, nessa nova etapa, muitas vezes parece uma verdadeira crise, é a crise da personalidade que aparece aos três anos mais ou menos. Algumas crianças deixam ao diálogo que tem consigo mesmo, fazendo os papeis dos dois interlocutores como se ambos fossem uma só pessoa. Mesmo assim, elas se afirmam, opondo-se a tudo, relativamente. Porém é através das coisas, que as crianças primeiro encontra um conteúdo e começa a separá-las na forma do meu e do teu. Também nesse período surge a cobiça do que vê nas mãos dos outros com uma certa indiferença entre o EU e o OUTRO. Com a sua oposição (do eu e do outro) nasce a necessidade de compartilhar, muitas vezes sob a forma de protesto contra a partilha. Vem o desejo de propriedade das coisas, que é sempre um sentimento de competição. Ela não quer usar aquilo, mais o quer apenas porque pertence aos outros. Usa de todos os subterfúgios para conseguir seu intento: como violência, astucia, mentira, apenas para transformar o teu no meu.
Nesta fase, há um combate, onde o eu se conquista ao mesmo tempo em que se opõe, (se agita e se acalma). A medida que se fortalece e se estabilizam os limites do seu conteúdo.

Durante muito tempo a criança fica na duvida, mas no final acredita na exteriorização total dos outros e na integridade total do seu eu. A repartição da matéria psíquica, varia segundo os indivíduos, segundo suas idades, e ainda segundo certas alteração da vida psíquica.

Entre o eu e o outro, a fronteira pode ter novamente tendência para desaparecer em certos casos de choque ou de obnubilacao mental. O que pertencia ao outro pode ser novamente reabsorvido pelo eu. Isto pode acontecer com um adulto também, porém nas crianças é muito mais notado. Há vários fatores íntimos ou orgânicos, como: tono-vegetativo, maior ou menor petulância psicomotora, entre outras que depende o equilíbrio fundamental das nossas relações com os outros, tendo em conta a adaptação às circunstancias em sua volta.

A apresentação da análise da leitura do livro “Psicologia e Educação da Infância”, de Henri Wallon visa apresentar o diálogo como foco principal no desenvolvimento das crianças, sendo na educação e na vida cotidiana.
O livro conta sobre o “Demônio de Sócrates”, que existe uma lenda que afirma q Sócrates começou a torna-se naquilo que foi ao apercebe-se que não era nada, ou seja, um demônio que nunca o incitava a ir para frente, Sócrates nada ensinava, apenas ajudavam as pessoas a tirarem de si mesmas as suas próprias opiniões, pois o verdadeiro conhecimento tem de vir de dentro, de acordo com nossa consciência.

Joana d’Arca ouvia vozes, vozes de Deus, que aconselhava a seguir missões para salvar o mundo de impunidade e do orgulho, foi queimada viva, sendo considerada na época como bruxa. Assim como Joana d’Arca, existem muitas crianças de hoje, que acreditam ter amigos imaginários, o livro conta a partir dos 03 anos essa imaginação desaparece, durante esse período de amigo imaginário invisível, as crianças quando estão brincando sozinhas, gostam de imaginar que tem uma amiga invisível, e para isso falam com ele, riem e até chegam a ficar zangadas e ficarem dias “de mal”.

Quando os pais verificam que o seu filho está falando sozinho costumam ficar preocupadas, mas, segunda Wallon, as crianças por volta dos 03 anos de idade, precisam imaginar e criar o seu mundo de fantasia e o mundo da criança é recheado de fadas, duendes e outras fantasias, e é isso que lhe dá felicidade e prazer em crescer. A imaginação é uma capacidade básica da espécie humana para criar imagens, fantasias e pensamentos.
Embora a obra de Wallon não seja algo escrito recentemente, ela é extremamente rica e traz consigo dadas que ajudam a lançar um novo olhar, novas significações sobre questões atuais acerca do desenvolvimento infantil.
Wallon, em sua teoria, compartilha do princípio do materialismo dialítico, ou seja, a atividade humana é um eterno processo pela busca da totalização, sendo que o homem encontra-se constantemente, em transformação.

A construção do eu, depende essencialmente do outro. Seja para ser referencia, seja para ser negado. Principalmente a partir do instante em que a criança começa a viver a chamada crise de oposição, em que a negação do outro funciona como uma espécie de instrumento de descoberta de si próprio. Isso se dá aos 3 anos, que é a hora de saber que “eu sou”.

Temos os seguintes aspectos: a manipulação, por exemplo, agredir ou se jogar no chão, para alcançar o objetivo; a sedução, exemplo, fazer chantagem emocional com os pais e professores e imitação, exemplo, imitar o outro, são todas características comuns nessa fase. Até mesmo a dor, o ódio e o sofrimento, são elementos estimuladores da construção do “eu”. Isso justifica o espírito crítico da teoria walloriana aos modelos convencionais de educação.

“O individuo é social não como resultado de circunstancias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”. Henri Wallon

Personalismo( Henri Wallon)

Teoria de Wallon


Em 1994 um grupo de alunos recém formados e alguns professores do núcleo de estudos, pós- graduados em psicologia (PUC – São Paulo) interessados na teoria de Wallon, criaram um livro básico dessa teoria para orientar a graduação de psicologia e pedagogia.

Essa teoria oferece uma visão integrada do aluno: o desenvolvimento concomitante do cognitivo, do motor e do afetivo.

Segundo Wallon os conhecimentos da psicologia podem enriquecer a educação vinculada também à biologia e sociologia.

Devido sua vivência na primeira e segunda guerra, observou os processos psíquicos resultantes das lesões orgânicas e a necessidade da escola trabalhar os valores do indivíduo, o que o levou a participar da reforma completa do sistema educacional francês.

Wallon começou com estudos relacionados a psicopatologia numa pesquisa com crianças resultando no livro L’Enfant Turbulent (1925).

Wallon fez seus estudos a partir de comparações entre semelhanças e diferenças entre crianças normais e patológicas.

Nessa teoria existem três leis reguladoras para a seqüência dos estágios:

1- Lei de alternância funcional, onde ao movimento predominante ou é para dentro, para o conhecimento de si, ou para fora, para o conhecimento do mundo exterior

2- Lei de predominância funcional, onde fica evidente o qual

predomina em um estágio é o motor, afetivo ou cognitivo, embora continuem nutrindo-se mutuamente, e o amadurecimento de um interfere no amadurecimento do outro, sendo que aproximando as duas leis, quando a direção é para si mesmo (centrípeta) o predomínio é do afetivo: quando é para o mundo exterior (centrifuga), o predomínio é do cognitivo.

3- Lei da integração funcional, caracterizando esta seqüência de estágio como uma relação hierárquicos sendo os primeiros estágios mais simples evoluindo para os mais complexos, conforme o meio e o sistema nervoso (biológico).

4- Inicialmente (1ª infância) o fator motor, afetivo e cognitivo reage como um todo sem interesse aos estímulos internos e externos (de forma sincrética), numa fusão, sem separar o eu do outro, diferenciando aos poucos, a partir do esforço da criança, ficando mais precisa, mais clara, se adaptando as exigências do meio e as intenções da criança, tornando-se capaz para responder a situações variadas.

5- Dentro deste aperfeiçoamento e desenvolvimento do fator motor, a criança vai percebendo a função e relação de cada parte do seu corpo e objetos que a rodeiam.


6- O afetivo se origina nas sensibilidades internas (vísceras e musculares), atividade generalizada do organismo que junto com sensações vividas do exterior se transforma em sinalizações afetivas específicas (alegrias, tranquilidade, medo), bem-estar ou mal-estar.

7- A criança vai organizando as informações globalizadas (sincretismo) vindas do meio e da presença do outro e de seu organismo e tomando consciência de si, com valores, afetos, idéias, culturas, entre outros.

8- A presença do outro, garantirá a sobrevivência física e cultural da criança adquirida gradualmente através dos recursos intelectuais conquistados.

9- A integração motora, afetiva, cognitiva e a pessoa são efetivas se separando apenas para a descrição do processo.



O EU E O OUTRO

O EU E O OUTRO
  • Para a construção do eu depende essencialmente do outro;
  • Até os 03 anos, a criança tem um mundo imaginário;
  • A criança precisa usar a imaginação e criar o mundo de fantasia para um bom desenvolvimento;
  • A imaginação é uma capacidade básica da espécie humana para criar imagens, fantasias e pensamentos;
  • Após essa idade, a criança começa a viver a chamada crise de oposição;
  • A negação do outro, descoberta de si própria, quem sou;
  • A manipulação ( ex. agredir ou se jogar no chão para alcançar o objetivo);
  • A sedução (ex. fazer chantagem emocional com pais e professores);
  • E por último a imitação (ex. imitar o outro);
  • A atividade humana é um eterno processo pela busca da totalização, sendo que o homem encontra-se constantemente em transformação (Princípio do materialismo dialético).
“O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”. Henri Wallon.

Desenvolvimento segundo Wallon



REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

WALLON, Henri, Psicologia e Educação da Infância, 1ª Edição, Lisboa,Estampa,1981


http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/educador-integral-423298.shtml


http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Paul_Hyacinthe_Wallon


http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/henri-wallon-307886.shtml


http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/biografia_wallon.htm


http://pt.scribd.com/doc/19206314/Clanet-e-Laterrasse-Quadro-dos-estagios-de-desenvolvimento-segundo-Henri-Wallon


Imagens http://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi


Videos http://video.google.com.br/?hl=pt-BR&tab=iv

As Filósofas


Acessem : http://descobrindohenriwallon.blogspot.com/
Beijinhos!!!!!!!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011


Biografia de Edgar Morin
Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum (Paris, 8 de julho de 1921), é um antropólogo, sociólogo e filósofo francês judeu de origem sefardita.Pesquisador emérito do CNRS ( Centre National De La Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. Autor de mais de trinta livros, entre eles: O método (6 volumes), Introdução ao pensamento complexo,Ciência com consciência e Os sete saberes necessários à educação do futuro.Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa. É considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.   

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO


CAPITULO I- As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão

A obra de Edgar Morin nos mostra o quanto podemos estar errados no que acreditamos está certos.
Todo conhecimento adquirido ao longo de anos podem ter sido comprometidos com nossas ilusões e erros.

1        O Calcanhar de Aquiles do Conhecimento

A educação não pode afirmar com absoluta certeza que todo conhecimento não esteja equivocado.
Uma informação ao ser transmitida seja ela escrita ou falada pode por algum momento ter sido passada com algum erro de ilusão ou ter passado por uma interpretação própria ou ate mesmo ter seu significado alterado por quem transmite seja por ser aperfeiçoar ou não pela informação.
Porém assim como os sentimentos de raiva e amor podem nos fazer cometer erros, o desenvolvimento da inteligência é inseparável do sentimento de afetividade e da curiosidade que funcionam como impulso para estudo de determinados assuntos “SE TORNARIA ALGUEM ESPECIALISTA EM FILOSOFIA CASO NÃO SE APERFEIÇOA SE A ELA?”
A detecção de erros e ilusões pode ser dividida em parte por desenvolvimentos científicos mesmo que todos os métodos hoje usados para tais conhecimentos podem esta comprometidos com erros e ilusões pessoais e outra parte a educação para estudar e detectar o inicio desses erros e ilusões.

1.1  Os erros mentais

Ao passo que a mente possui em si o potencial de mentira podendo remover ou embelezar más experiências ou ate mesmo deletando-as, não possui um gatilho natural para separar o erro e ilusões criados para justificar tais experiências.
A mente do ser humano e ainda capaz de apagar fatos ou fazer com que um individuo creia que algo aconteceu dependendo do acontecimento. Portanto ate mesmo nossa memória pode ser afetada por erros e ilusões criadas por ela mesma.

1.2  Os erros intelectuais

Assim como nossa mente cria ilusões e erros tanto por se aperfeiçoar ou não por alguns fatos a mesma também protege informações quando são apresentados argumentos que contradizem fatos já estabelecidos. Porem as informações que são apoiadas em si mesmo que não tem como questioná-las cientificamente essas a mente não se sente questionada, pois sua verdade é uma verdade absoluta e não existe nenhum tipo de proteção pela parte da mente.

1.3. Os erros da razão

A atividade racional é o que distingue o imaginário do real, a vigília do sonho. Essa atividade necessita do controle do ambiente, da prática, da cultura, do próximo e cortical.
A racionalidade é corretiva e é a melhor solução contra o erro e ilusões. Ela constrói teorias e também critica os erros das teorias. A racionalidade, corrompida em racionalização, carrega a possibilidade de erro devido à sua convicção, porém esta certeza é elaborada a partir de bases suscetíveis a farsas. "A racionalização é fechada, a racionalidade é aberta".
A racionalidade está suscetível ao erro e a incertezas se não se autovigiar com a finalidade de não se submeter a ilusões. Assim, a racionalidade deve ser autocrítica.
Os erros da razão: a racionalidade é a melhor proteção contra o erro e a ilusão. Mas traz em seu seio uma possibilidade de erro e de ilusão quando se perverte se transforma em racionalização. A racionalização, nutrindo-se das mesmas fontes da racionalidade, constitui grande fonte de erros e ilusões. A racionalidade não é uma qualidade de que são dotadas algumas pessoas - técnicos e cientistas - e outras não. A racionalidade também não é monopólio ou uma qualidade da civilização ocidental. Mesmo sociedades arcaicas podem apresentar elementos de racionalidade em seu funcionamento. Começamos a nos tornar verdadeiramente racionais quando reconhecemos a racionalização até em nossa racionalidade e reconhecemos os próprios mitos, entre os quais o mito de nossa razão to da e do progresso garantido.
É necessário reconhecer, na educação do futuro, um princípio de incerteza racional: pois a racionalidade corre risco constante, caso não mantenha vigilante autocrítica quanto a cair na ilusão racionalizadora. E a verdadeira racionalidade deve ser não apenas teórica e crítica, mas também autocrítica.

1.4 As cegueiras paradigmáticas

Paradigma teoria filosófica ou principio de seleção das idéias que posta no discurso ou na teoria, ou posta de lado e rejeitadas.
Os filósofos definem paradigma como dois termos seleção de conceitos mestres da inteligibilidade que e ligado a concepção determinista, materialista, espiritualista e estruturalista. E o segundo termo determinação das operações lógicas mestras onde se encontra oculto.
Paradigma nada mais que teoria de filósofos que utilizamos no nosso dia que não conseguimos enxergar, que muitas vezes confunde a nossa cabeça. É conceito das coisas e das pessoas que fazemos sem pensar, que podemos fazer também. Paradigma é muito utilizado na filosofia, na ciência, em doutrina ou ideologia.

1.5 O inesperado

O inesperado é algo novo, um conhecimento diferente ao qual podemos estar abertos ou não a recebê-los, e ser contrario a tudo aquilo que já conhecemos e entendemos como certo.
Uma luz no fim do túnel é possível em alguns momentos e o homem enxerga suas idéias conscientemente e inesperadamente em um instante de lucidez essa manifestação consegue dar ao homem serenidade e entendimento do poder que tem em suas mãos "o conhecimento".

1.6 A incerteza do conhecimento

O conhecimento é uma aventura ao qual corremos riscos, com base na educação, no aprendizado procuramos desvendar caminhos que nos levam aos erros e a ilusão de que sabemos tudo.
Há uma grande necessidade de interrogações sobre as possibilidades do saber. Estas interrogações possibilitam diálogos, trocas de idéias e de conhecimento sobre assuntos cotidianos, sobre o ser em si e o próprio saber.
A busca pela verdade será a busca de estarem abertas as possibilidades que nos permitem que a mente em si, deixe janelas propicias para alcançar idealismo e sabedoria.

1.7 Imprinting e normalização

Estamos em busca de um ideal, mas acabamos aceitando as idéias já pré-estabelecidas o convencimento suplanta o ideal e transforma o conhecimento onde o ser humano acostuma-se ao que tem e acaba não emitindo sua opinião. Edgar Morin é pragmático ao afirmar sua visão e expor que as pessoas desde que nascem são solicitas a uma sociedade e neste emaranhado de saberes pouco se manifesta tornando-se produto de uma produção em alta escala.

1.8 A noologia: A possessão

O cérebro capacita-nos a pensar e desses pensamentos surgem idéias e estas têm o poder de possuir o ser humano na forma de um vírus que repele toda e qualquer informação diferente a que existe, o homem encarcerado em seus devaneios não consegue modificar seu ambiente e estagnado luta em vão por sua sobrevivência. A evolução do ser resume-se a opressão de valores.

Referência Bibliográfica
Morin, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2000.

Alexandre Novaes
Bianca Costa
Juliana Marcos
Josefa
Maíra Princesa
Morgana Souza
Patrícia Lima
Simone


domingo, 22 de maio de 2011

Skinner, Burrhus Frederic (1904-1990)

Skinner, Burrhus Frederic (1904-1990)


 “Eu creio que uma análise científica do comportamento deve supor que o comportamento de uma pessoa está controlado por suas histórias genética e ambiental, e não pela pessoa mesma como agente iniciador e criativo; [...] não podemos provar que o comportamento humano como um todo está completamente determinado, mas esta proposição vai-se fazendo mais plausível à medida em que se acumulam os fatos, e creio que há chegado ao ponto em que se deve considerar seriamente suas implicações.” — B. F. Skinner
Skinner nasceu no dia 20 de Março de 1904 em Susquehanna, Pensilvânia, onde viveu até ir para o colégio. Segundo seu próprio relato, seu ambiente da infância era estável e não lhe faltou afeto. Ele frequentou o mesmo ginásio onde seus pais haviam estudado; havia apenas sete outros alunos em sua sala ao final do curso. Ele gostava da escola e era o primeiro a chegar todas as manhãs. Quando criança e adolescente, gostava de construir coisas: trenós, carrinhos, jangadas, carrosséis, atiradeiras, modelos de aviões e até um canhão a vapor com o qual atirava buchas de batata e cenoura nos telhados dos vizinhos. Passou anos tentando construir uma máquina de movimento perpétuo. Também tinha interesse pelo comportamento dos animais. Lia muito sobre eles e mantinha um estoque de tartarugas, cobras, lagartos, sapos e esquilos listrados. Numa feira rural, ele observou certa vez um bando de pombos numa apresentação; anos mais tarde, ele treinaria essas aves para realizar uma variedade de façanhas. Ele se formou em inglês, recebeu a chave simbólica da Phi Beta Kappa e manifestou o desejo de tornar-se escritor. Depois de ler sobre John B. Watson e Ivan Pavlov, Skinner decidiu transferir seu interesse literário pelas pessoas para um interesse mais científico. Em 1928, inscreveu-se na pós-graduação de psicologia em Harvard, embora nunca tivesse estudado psicologia antes. Foi para a pós-graduação, disse ele, “não porque fosse um adepto totalmente comprometido da psicologia, mas para fugir de uma alternativa intolerável”. Comprometido ou não, doutorou-se três anos mais tarde. Seu tema de dissertação dá um primeiro vislumbre da posição a que ele iria aderir por toda a sua carreira. Sua principal proposição era de que um reflexo não é senão a correlação entre um estímulo e uma resposta.


Depois de vários pós-doutorados, Skinner foi dar aulas na Universidade de Minnesota (1936–45) e na Universidade de Indiana (1945–47). Em 1947, voltou a Harvard. Seu livro de 1938, “O Comportamento dos Organismos”, descreve os pontos essenciais de seu sistema. Cinquenta anos mais tarde, esse livro foi considerado “um dos poucos livros que mudaram a face da psicologia moderna”, e ainda é muito lido. Seu livro de 1953, “Ciência e Comportamento Humano”, é o manual básico da sua psicologia
comportamentalista.
Aos sessenta e oito anos, escreveu um artigo intitulado “Auto-Administração Intelectual na Velhice”, citando suas próprias experiências como estudo de caso.  Doente terminal com leucemia, apresentou uma comunicação na convenção de 1990 da APA, em Boston, apenas oito dias antes de morrer; nela, ele atacava a psicologia cognitiva. Na noite anterior à sua morte, estava trabalhando em seu artigo final, “Pode a Psicologia ser uma Ciência da Mente?”, outra acusação ao movimento cognitivo que pretendia suplantar sua definição de psicologia. Skinner morreu em 18 de Agosto de 1990.
Nenhum pensador ou cientista do século 20 levou tão longe a crença na possibilidade de controlar e moldar o comportamento humano como o norte-americano Burrhus Frederic Skinner (1904-1990). Sua obra é a expressão mais célebre do behaviorismo, corrente que dominou o pensamento e a prática da psicologia, em escolas e consultórios, até os anos 1950. Skinner também é considerado o pai da corrente que foi denominada behaviorismo radical.



Principais influenciadores:

Ivan Pavlov (1849-1936)

John B. Watson (1878-1958)


Entendendo o que é Filosofia da Ciência  

É o campo da pesquisa filosófica que estuda os fundamentos, pressupostos e implicações filosóficas da ciência, incluindo as ciências naturais como física e biologia, e as ciências sociais, como psicologia e economia. Neste sentido, a filosofia da ciência está intimamente relacionada à epistemologia e à ontologia. Procura explicar coisas como:
  • a natureza das afirmações e conceitos científicos,
  • a forma como são produzidos,
  • como a ciência explica, prediz e, através da tecnologia, domina a natureza,
  • os meios para determinar a validade da informação,
  • a formulação e uso do método científico,
  • os tipos de argumentos usados para chegar a conclusões,
  • as implicações dos métodos e modelos científicos para a sociedade e para as próprias ciências.
Uma visão é que todas as ciências possuem uma filosofia subjacente independente do que se afirme ao contrário:
“Não há tal coisa como ciência livre de filosofia; há apenas ciência cuja bagagem filosófica é tomada a bordos sem examinação.” —Daniel Dennett, Darwin's Dangerous Idea, 1995.


Ciência e Comportamento Humano (1953/1970) – Uma Ciência do Comportamento Humano
 

No capitulo estudado, autor propõe que não é possível prever as atitudes de um único individuo através de ações exercidas por um grupo analisado preliminarmente. A ciência do comportamento deveria ir além das analise feitas em grupos de pessoas, e deveria ainda, ultrapassar os dados estatísticos e as probabilidades que regem o fator determinante do comportamento humano, pois a analise de um grupo não determinará a ação a ser tomada por um único individuo. Ele diz que se a ciência se voltasse para o estudo das condições a que um individuo é colocado, teríamos mais chances de saber e determinar qual o comportamento que o individuo acometido teria posteriormente. O fato é, que a ciência em si não tem condições de prever um comportamento de um individuo aleatório, pois a ciência não estudará as condições às quais ele foi submetido, entretanto analisará o comportamento como um todo.

O autor cita que “A ciência é uma disposição de aceitar os fatos mesmo quando eles são opostos aos desejos” (Skinner, 1953/1970, p. 13). Ele quer dizer que nem sempre a ciência através de seus instrumentos de pesquisa nos dá a resposta que esperamos tanto ao final de todo o estudo, assim ele fala ainda sobre a capacidade do pesquisador de se “conformar” com o resultado obtido, pois se por um acaso ele quisesse voltar atrás, em relação aos resultados de uma pesquisa já comprovada, ele mesmo colocaria a sua pesquisa a prova, contradizendo a resposta final positiva que obtivera no inicio. Seria um risco para ele, a sua carreira estaria a prova diante de uma “duvida” colocada por ele mesmo. Assim ressalta a idéia do autor que: “Os dados, não os cientistas, falam mais alto.” (Skinner, 1953/1970, p. 13), pois os dados serão mais importantes do que a vontade do cientista ter um resultado “X” e ao final de toda a pesquisa obtém resultado “Y”.
“ A ciência é, certamente, mais do que um conjunto de atitudes. É a busca da ordem, da uniformidade, de relações ordenadas entre os eventos da natureza. Começa, como todos nós começamos, por observar episódios singulares, mas rapidamente avança para a regra geral, para a lei cientifica.” (Skinner, 1953/1970, p. 14), a partir daí o autor tenta expor que os limites da ciência vão alem da uniformidade e busca pelo lógico. Ele supõe que a disposição das condições de ambiente, não só nos permitirá prever o que vai acontecer com determinado individuo, como também tem controle sobre a sua reação. Ele diz que assim estaríamos “causando”  um acontecimento e que a reação diante deste fato seria supostamente controlada através das condições impostas. A ciência poderia ser usada para compreender o comportamento humano a fundo, onde a analise não faria parte de um processo ordenado, e sim de um processo de adaptação do ser humano ao ambiente em que ele esta, e sob as condições que se encontra. Os estudos de Skinner ultrapassaram a ordem lógica e ordenada da série de acontecimentos que surgem de uma “pesquisa cientifica”.

Utilização da Ciência para análise do comportamento -  Análise Critica

A ciência utiliza-se de objetos de pesquisa que não podem avaliar o comportamento, um telescópio por exemplo não nos diria sobre o comportamento de uma pessoa que foi colocada sob a condição de estar sem comida, por exemplo. Não nos ajudaria a prever, o que esta pessoa faria para conseguir a comida que lhe falta. O comportamento humano não é previsível, sendo apontado através de pesquisas ou generalizações em grupo. O comportamento é muito complexo de se entender, e mais complicado ainda de se estudar. O autor fala que: “ É possível fazer generalizações plausíveis sobre a conduta das pessoas em geral. Mas poucas destas generalizações sobreviverão a uma analise cuidadosa.” (Skinner, 1953/1970, p. 15). De acordo com Skinner, para entender o comportamento humano teríamos de desaprender muito sobre os primeiros contatos com a ciência.
O autor coloca alguns pontos que não permitem um entendimento através da ciência sobre o comportamento, ele fala sobre o fato da ciência trabalhara através de sistemas científicos, que expressam uniformidades e vão de encontro a teoria, porque fazem questão do mesmo campo. A ciência do comportamento quando atinge o ponto de ter que lidar com situações ordenadas, causa certa resistência daqueles que deram a sua lealdade às concepções pré-científicas. O comportamento é altamente complexo e não segue uma linha ordenada de acontecimentos. “ Não se segue que  o comportamento humano seja livre, mas apenas que pode estar além do alcance de uma ciência controladora ou preditiva” (Skinner, 1953/1970, p. 18), Nesta parte do texto o autor deixa claro que o comportamento humano pode sim ser analisado nos padrões da ciência, mas no entanto, não terá respostas concretas a partir da analise de vários organismos, e sim da analise das condições à que estes organismos serão acometidos. E isto esta além do alcance de toda a instrumentação cientifica, pois pensando de uma outra forma e de acordo com o autor, poderíamos sim fazer a analise de um organismo através de todo o processo a nós dado pela ciência e pesquisa, mas no entanto ao final do estudo, teríamos de nos contentar com apenas uma resposta, onde não há um instrumento que nos dê dados precisos  na analise comportamental.


Em certa altura do capitulo em questão, o autor nos mostra uma reação atípica das pessoas numa eleição, ele descreve que em uma eleição presidencial feita nos Estados Unidos, dados estatísticos levantados em relação aos votos de determinado candidato, demonstrou que a maioria dos eleitores votariam nele com certeza, sendo que mais tarde após a eleição este mesmo candidato não se elegeu. Assim, ele coloca que, as pessoas (eleitores) reagiram de forma contraria à previsão, portanto, teve um efeito sob o a reação prevista. A mesma coisa acontece quando alguém é estudado. A partir do momento que a pessoa sabe que esta sendo estudada, ela não terá o mesmo comportamento que teria em uma situação, que para ela, seria “normal”. O fato da observação, influi na maneira de se comportar da pessoa observada.
Também existe o fato da incapacidade de uso da tecnologia para a análise comportamental, o estudo só pode ser feito se fazemos o controle de determinada situação que o individuo esteja. Um exemplo disso são as indústrias que o autor fala: “Na indústria se mantém controle bastante amplo das condições relevantes para o comportamento sob a forma de salário e condições de trabalho;” (Skinner, 1953/1970, p. 23).
Seguindo esta linha de racicionio concluímos que, o autor até certo ponto de sua pesquisa esta certo em considerar que a ciência não pode prever o comportamento humano através de um grupo estudado, pois, os indivíduos são todos diferentes e condicionados a responder sobre determinados assuntos, dependendo do ambiente que o cerca. Mas também não podemos deixar de perceber que, o autor fala sobre uma possibilidade de “controlar o comportamento humano”, isso jamais seria possível, pois cada um reage a determinadas situações de maneira diferente. Mas indo mais além deste pensamento, Skinner, nos propõe que o determinante do comportamento é o ambiente, através do controle dos fatores de ambiente, teríamos condicionado o individuo em analise a agir de forma controlada. Isto na visão dele é “o controle” do comportamento. Concluímos ainda que é possível entender sim o comportamento humano através das condições em que o individuo se encontra, mas isso esta muito além dos métodos científicos de pesquisa tradicionais.

Behaviorismo – Skinner um Filósofo Behaviorista

O Behaviorismo Radical, postulado por B. F. Skinner e adotado por vários outros psicólogos, como Ferster, Sidman, Schoenfeld, Catania, Hineline, Jack Michael, etc., surgiu na área da Psicologia como uma proposta filosófica e como um projeto de pesquisa em oposição ao behaviorismo metodológico de orientação positivista. O Behaviorismo Radical é o campo filosófico da análise do comportamento.
Para Skinner, o behaviorismo radical seria um caso especial da filosofia da ciência: "não é a ciência do comportamento humano, é a filosofia dessa ciência" (A análise do comportamento). Ele busca compreender questões humanas, como "comportamento", "liberdade" e "cultura", dentro do modelo de seleção por conseqüências, e rejeitando o uso de variáveis não-físicas (sem dimensão no tempo-espaço).
Um filósofo behaviorista radical defende que as diferentes explicações sobre o comportamento humano deveriam ser resolvidas na base de evidências refutáveis, e não de abstratas especulações. O behaviorismo radical foi concebido em experimentos realizados sob o rigor da produção de conhecimento científico. Desenvolvido dentro de um laboratório, sob condições controladas, é um método passível de reaplicação.
Entendido como pensamento filosófico, o Behaviorismo radical não deve ser confundido com a análise do comportamento. Isso porque a análise do comportamento é, além de um campo filosófico (Behaviorismo Radical), um campo de Pesquisa Básica (Análise Experimental do Comportamento) e um campo de aplicação de conhecimentos e técnicas (Análise Aplicada do Comportamento). A análise do comportamento é uma ciência do comportamento, e tratando de aplicação de uma ciência do comportamento, sua prática não se dá em ambiente sob condições controladas, e sim, no ambiente comum a todos os homens e mulheres: o planeta que habitamos.

 "Caixa de Skinner"
 
O termo behaviorismo vem do inglês behavior (comportamento) e ilustra bem o objeto de estudo da vertente radical: o comportamento, entendido como a relação entre o indivíduo e seu ambiente físico, químico ou social. O "radical" do behaviorismo se deve ao fato de que as técnicas ali descritas não apelam para estados mentais como causa iniciadora do comportamento, mas os vê como estágio inicial do próprio comportamento. Com isso, adquire o status técnico de resposta emitida, e não de causa autônoma ou mental do comportamento, diferenciando-se, fundamentalmente, das outras correntes de pensamento dentro da psicologia. O behaviorismo radical também é conhecido como skinneriano, pois foi B. F. Skinner quem desenvolveu sua teoria, com base em seus estudos de laboratório.
Por ser uma ciência natural, a análise do comportamento procura entender a relação entre indivíduo/ambiente em termos de comportamentos, que podem ter sua probabilidade de emissão diminuída ou aumentada, conforme a história de condicionamento do indivíduo e a apresentação ou retirada de estímulos ambientais.


O ratinho na caixa de Skinner aprende a premir a alavanca que lhe dá comida (reforço positivo) e/ou evita o choque elétrico (reforço negativo)

Bibliografia:
SKINNER, Ciencia e Comportamento Humano. São Paulo: Martins Fontes,1998.
SKINNER, B. F. Ciencia e Comportamento Humano. Disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Burrhus_Frederic_Skinner. Acesso em 19 de maio 2011.